Eu mato mesmo na unha. E olha que não sou calma. Sou não! Tenho não paciência de ver novela, todo o dia a mesma coisa. E naqueles capítulos que deixam a gente nervosa? Acabo roendo as unhas, torcendo pano de prato, apertando a almofada que fica no sofá. E mato mesmo. Menina, vem cá logo! Vamos catar esse cabelo. Quer cabelo grande? Tem que tratar... Aí fica com essa piolhada toda. Já cansei de te falar, não vive encostando nas colegas da escola...
Perdido como hão de ser os pássaros na noite, eternos incógnitas... Quem sou eu? Eu sou aquele que te espreita em cada passo, em cada esquina, em cada lance, com olhos cheios de aflição... Não que eu não ria, rio e muito dos homens e suas fraquezas, suas desilusões contadas uma à uma... Leia-me e se conforma, sou a poesia...
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O Grande Blá
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