Alguns seres (ou seriam muitos deles?) fazem exatamente o que sistema quer. Não possuem o hábito da leitura, não sabem o que os cerca, não tentam nem saber porque estão aqui! Comem o que está ao alcance da boca, nada produzem... São etílicos, viciados, lixos sociais para uma sociedade já suja. Não pensam, não raciocinam, obedecem o que veio escrito na bula, nada mais. Tentam disfarçar o que sempre foram - inúteis. Em suma, só sabem fazer três coisas, ocupar espaço no planeta, queimar oxigênio da atmosfera e cagar oito toneladas de bosta durante sua miserável vida...
Perdido como hão de ser os pássaros na noite, eternos incógnitas... Quem sou eu? Eu sou aquele que te espreita em cada passo, em cada esquina, em cada lance, com olhos cheios de aflição... Não que eu não ria, rio e muito dos homens e suas fraquezas, suas desilusões contadas uma à uma... Leia-me e se conforma, sou a poesia...
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
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