Destemíveis covardes sem bando
Faltou açúcar para o nosso café
Quanto menos mais doce...
Estudamos o que não se aprende
Os barões já estão todos mortos
O cal jogado aos poucos...
Dias nublados para sóis quentes
Toda a nossa estação não procede
Nem temporada de caça...
Eis que roubam esse nosso tempo
Com sandices importadas à granel
Podridão pelas ruas...
Nada mais quero que a própria vida
Mesmo que ela seja pertence da morte
Essa que nunca falha...
(Extraído do livro "Farol de Nulidades" de autoria de Carlinhos de Almeida).
