sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Alguns Poemetos Sem Nome N° 374 *

Já estamos no Paraíso

Mas nem sabemos...

Um Paraíso de rosas caladas

De nuvens desenhadas

De areias deslumbradas

De tranças bem cuidadas

De crianças desembestadas

De pazes declaradas...

Já estamos no Paraíso

Mas nem sabemos...


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Mar absoluto em que me encontro,

Dias e noites são todos iguais,

Serenos e tempestuosos assim,

Como eram todos os meus carnavais...


Vento que vai ventando lá fora,

As anomalias são tão normais,

A morte vem e nos leva à força,

Por esses destinos tão normais...


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Todas as nuvens que já vi

Sejam bem vindas em minh'alma

Permaneçam por lá e não caiam

Deixem as chuvas para outros tempos...


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O vidro pensava que era diamante

O diamante jurava que era vidro

Enquanto o espelho olhava os dois

E sonhava seus sonhos intensos...


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Tudo é tão relativo, tudo mesmo

Não fui eu que me escolhi

E nem apontei todos os segundos

Ninguém escolhe qual o seu caminho

Só sabemos que por ele andaremos

Tudo é tão relativo, tudo mesmo...


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Eu sei flores

Nem que todas não

Sinto saudades das pássaro

Que davam por um aí qualquer...


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Quando certas datas fazem chorar

E outras nos fazem sorrir ou até rir

Os carnavais são um exemplo

Rimos tanto até chorarmos...

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Já estamos no Paraíso Mas nem sabemos... Um Paraíso de rosas caladas De nuvens desenhadas De areias deslumbradas De tranças bem cuidadas De ...