segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Na Pulamba Melumbamba

É tracununumba...

Falo dereito se quisé

Num mim bole quieu tou de pé

Mando rimá cacimba seca

Com rabicho palitudo

Na hora do bem bosta...


Fala aí, macanunemba...

Se me chamar de madrugada

Teus dente leva porrada

Sou amigo dos meus inimigo

Que nem paraqueda de banana

Rancada de cacho vazio...


Tem pocilguento no estrume...

Torço a boca pro lado

Até ficar quasi engraiçado

Dessa vida só se leva piso

Dá um dedim aqui po véio

Perica de namba biboca...


Olha o alicati do suricati...

Meirda seica de gulinha pá dois

Si fossi prá achar graiça

Já-Morreu nem ia moirrer

Num dia que começou tarde

Que nem fulimba lesteira...


Vamo lá! Vamo lá!

Mocinha nova pode peidá!

Mocinho novo pode cagá!


(Extraído do livro "Maluqueci de Vez" de autoria de Carlinhos de Almeida).

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