quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Carliniana CXXII ( O Chão Nosso de Cada Dia )

Meu copo cheio, quase transbordando

Só sei onde ando, mas não sei até quando...


Meu chão é seco, minha boca também,

Lamento o mal, mas lamento o bem,

A fera vem e não adianta mais correr,

Tudo aquilo que vive, vai um dia morrer...


Uma dor no peito, quase uma mágoa

Dessa que enchem os olhos com água...


Esse chão é pedra, caco de vidro, espinho,

Me deixe por aqui, vou pra lá sozinho...

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Um Poema de Janela Aberta

Janela aberta... Manhã desperta... Sinal evidente que o dia principia, Temperatura alta ou ainda bem fria, Cabeça com sonhos e a alma vazia....