Meu copo cheio, quase transbordando
Só sei onde ando, mas não sei até quando...
Meu chão é seco, minha boca também,
Lamento o mal, mas lamento o bem,
A fera vem e não adianta mais correr,
Tudo aquilo que vive, vai um dia morrer...
Uma dor no peito, quase uma mágoa
Dessa que enchem os olhos com água...
Esse chão é pedra, caco de vidro, espinho,
Me deixe por aqui, vou pra lá sozinho...

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