Brindes de vinagre e bastante sal.
Fazer cara feia é apenas um hábito.
Os escravos de Jó queria apenas pó.
Uma ameixa para quarenta idiotas.
Eu sou o meu terror pelas madrugadas.
Todos são livres para fazerem merda.
Qualquer vertente carece de origem.
Me disfarcei de sexta-feira anteontem.
A vergonha agora é motivo de orgulho.
A putaria tem salutar efeito moralizante.
Diga logo aos carneiros quem são bodes.
É que temos graça em qualquer desgraça.
Eu só tomo café agora por via intravenosa.
Se um dia evoluirmos viraremos macacos.
Me dê trinta dias que eu lhe faço um mês.
Surgiu uma banda de rock só de violinos.
A única solução plausível é ter nenhuma.
Um vampiro nunca conhecerá o outro.
No Inferno existe faxina com frequência.
Bolos nas mãos servem para parabéns.
Todo passado é o começo de todo o fim.
Raramente a fama não persegue o money.
Ela sempre comia biscoitos maquinalmente.
Cada verso acaba perseguindo as estrofes.
Na loteria do cão o vencedor foi o gato.
Ontem mesmo esqueci que tinha amnésia...
(Extraído da obra "O Livro do Insólito e do Absurdo" de autoria de Carlinhos de Almeida).

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