É o que somos:
Enigmas para serem desvendados
Tolices que são feitas continuamente
Mesmo quando não queremos
Eis aqui os sonhos pelo ar
Mosquitos zumbindo atrapalhando
Nosso pobre e escasso sono
Sempre exageramos:
Nem percebemos que não livres
Acariciamos as nossas correntes
Até o que o inevitável chegue
Eis aqui o impossível amor
Ali está a paixão folha que secou
E que se incendeia veloz
Nossa maldade:
É como agarrar variados espinhos
Todos os soldados irão morrer dia desses
Juntos aos senhores da guerra
Por isso devemos entender
A alegria permanente e sã das crianças
E a sabedoria de todos os bichos...

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