Vamos estrear uma novela non sense? Você finge que me ama e eu finjo que ainda acredito nisso... Estrearemos um novo bang-bang? Mesmo que você pareça mais com a girl do saloon e eu tenha mais cara de vilão de que de mocinho... Ou seria um melodrama daqueles latino-americanos? Daqueles que forçosamente nos fazem chorar mesmo sem motivo algum e sem sentido nenhum também... Ou você prefere dançar uma ciranda na praça comigo? Hoje é um dia de sol como outro qualquer e um coro de passarinhos pode nos acompanhar... Se quiser, venha me buscar, a hora que quiser, estarei aqui no mesmo lugar, no mesmo túmulo...
Perdido como hão de ser os pássaros na noite, eternos incógnitas... Quem sou eu? Eu sou aquele que te espreita em cada passo, em cada esquina, em cada lance, com olhos cheios de aflição... Não que eu não ria, rio e muito dos homens e suas fraquezas, suas desilusões contadas uma à uma... Leia-me e se conforma, sou a poesia...
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
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