Não há paredes para minha liberdade
Nem há muros para meus sonhos sequer
Eu engoli o tristeza em um gole só
E fiz da minha sombra boa companhia...
Até o amor não me machuca mais
Com sua partida sem me dizer um adeus
A única realidade mais que possível
São os dedos frios da morte me acariciando...
Saio da frente desta mais cruel tela
Sendo apenas mais eu e nada mais
De tanto pensar acabei descobrindo segredos
E nenhuma crueldade será mais novidade...
Não há paredes para os meus versos
E eles me seguirão nos caminhos que for
Se serão lidos ou não não são problema meu
O último deles será como o fim da chuva...
(Extraído do livro "Escola de Mortos" de autoria de Carlinhos de Almeida).

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