Uma caixa de serpentes
Todas peçonhentas
E todas elas vivas...
As serpentes quais recordações
Boas ou então más ações
Lembranças amarrotadas
Quase tudo ou quase nada...
Uma caixa de serpentes
Todas violentas
Nossas iniciativas...
As serpentes tais quais rotinas
Nossa dose de estricnina
Pecado sem ter perdão
Quase sim ou quase não...
Uma caixa de serpentes
Todas pimentas
Apenas perspectivas...
(Extraído do livro "Pane Na Casa das Máquinas" de autoria de Carlinhos de Almeida).

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