sábado, 10 de outubro de 2026

A Medida do Caos

A medida do caos se faz sem régua

Uma guerra interminável sem ter trégua...


O leite se azedou

O copo já caiu

Ninguém mais viu

O vidro quebrou...


A medida do caos se faz aqui e acolá

Ninguém sabe onde é que ela está...


O rosto enrugou

A velhice veio

O bonito e o feio

Tudo igualou...


A medida do caos é conta complicada

Onde há tudo e ao mesmo tempo nada...


A festa acabou

Só restou a fumaça

Tudo logo passa

Tudo passou...


A medida do caos é pergunta sem resposta

Um veneno amargo que todo mundo gosta...


(Extraído do livro "Farol de Nulidades" de autoria de Carlinhos de Almeida).

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A Medida do Caos

A medida do caos se faz sem régua Uma guerra interminável sem ter trégua... O leite se azedou O copo já caiu Ninguém mais viu O vidro quebro...