A medida do caos se faz sem régua
Uma guerra interminável sem ter trégua...
O leite se azedou
O copo já caiu
Ninguém mais viu
O vidro quebrou...
A medida do caos se faz aqui e acolá
Ninguém sabe onde é que ela está...
O rosto enrugou
A velhice veio
O bonito e o feio
Tudo igualou...
A medida do caos é conta complicada
Onde há tudo e ao mesmo tempo nada...
A festa acabou
Só restou a fumaça
Tudo logo passa
Tudo passou...
A medida do caos é pergunta sem resposta
Um veneno amargo que todo mundo gosta...
(Extraído do livro "Farol de Nulidades" de autoria de Carlinhos de Almeida).

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