Não cai agora.
Não é pra cair.
É pra manter a ilusão que está seguro
Mas não está...
Olhe só o marionete!
O escravo do sistema.
O pedinte com dinheiro.
O amado sem amor...
Não vai agora.
Feito pra sofrer.
É pra pensar que tem alguém
Mas não tem...
Olhe só a liquidação!
O bobo sem corte.
A piada sem graça.
Sonhando nenhum sonho...
Não voa agora.
Verme se arrasta.
Se nasce pra servir de alvo
E acaba se servindo...
(Extraído do livro "Pane Na Casa das Máquinas" de autoria de Carlinhos de Almeida).

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