Não há novos palmitos para serem
comidos e nem novos dengos nas vitrines em exposição. Eu quero novas pragas que
não possuem mais maldição. Alegre alegre como estou e nunca esteve assim meu
coração. São as roupas e as novas drogas da estação. Morenos saudáveis sarados
e tarados como não? Extremo in extremis já recebi minha extrema-unção. Bionicamente
eu tenho em mente a minha salvação. É neve de leve cada qual com seu quinhão.
Fabrício no alto do edifício faltou sua visão. Ideias plateias é isso que eu
faço questão. Estranho o tamanho do meu vício minha perdição. Eu era a minha
própria quimera quem dera não fosse mais não. O capim-navalha agora se espalha
sai cortando a minha mão. Se há perigo procuro abrigo no meio do meu tesão. É
por um acaso o meu atraso já soltaram aquele balão. Ó minha amiga foi uma
intriga o que fizeram que deu confusão. Eu era o moço não via o fosso nem tinha
preocupação. Pois era cedo não havia medo nem da assombração. Estamos lá só
houve azar nem houve declaração. Sem cantilena sem um poema não há problema se
acabou a diversão. Eu fiquei sério não há mistério sou campeão. Perdi a rota
ninguém me nota eu cheguei na estação. Alegre alegre como estou e nunca esteve
assim meu coração. A cada passo eu me ultrapasso sou astro da televisão. Desligue
o nome digite o nome é a tradição. Eu penso alto isso é um assalto errei na
mão. É a carestia de mais um dia ô meu patrão. Errei sangrei mas ainda não fui
ao chão. A briga é feia não é só discussão. As coisas são boas somente no verão.
Esqueçamos toda mágoa e esqueçamos a ilusão. A vida não faz questão. Já era
senhor Capitão. Traímos os nossos Cristos na próxima eleição. O fio da nossa
navalha não tem mais fiação. Já cai algo do céu eu acho que é o avião. Eu até
já mudei de rosto já uso uma nova expressão. Alegre alegre como estou e nunca
esteve assim meu coração. Eu fiz o meu texto e esqueci da canção. As noites são
mais escuras são da cor de carvão. Chegou o dia dos bobos o dia da eleição. Eu
nunca pensei nisso nem de antemão. É enorme essa cicatriz que marca minha
canção. O segredo dos magos não é a solução. Alegre alegre como estou e nunca
esteve assim meu coração...
Perdido como hão de ser os pássaros na noite, eternos incógnitas... Quem sou eu? Eu sou aquele que te espreita em cada passo, em cada esquina, em cada lance, com olhos cheios de aflição... Não que eu não ria, rio e muito dos homens e suas fraquezas, suas desilusões contadas uma à uma... Leia-me e se conforma, sou a poesia...
sábado, 17 de outubro de 2015
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Alguns Poemetos Sem Nome N° 322
O amanhã é o hoje com requintes de ontem. Todo amor acaba sentindo raiva de si mesmo. Os pássaros acabam invejando as serpentes que queriam ...
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O caminho que vai dar no mar. Consequências de tudo o que pode acontecer. E lá estão barcos e velas incontáveis. E amores em cada porto ...
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Não sabemos onde vamos parar Mas qualquer lugar é lugar Quantos pingos nos is temos que colocar Quantos amores temos que amar Quantos ...
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