Tem gente que é só isso. Uma imagem pálida que um velho espelho às vezes reflete, às vezes não. Respiram por hábito, seu sangue corre nas veias como a eletricidade corre nos fios. Apenas. As palavras são simples imitações. Comem o que podem, vestem o que a sociedade lhes indica. Pensar? Nem pensar! E no fim - apenas mais uma lápide...
Perdido como hão de ser os pássaros na noite, eternos incógnitas... Quem sou eu? Eu sou aquele que te espreita em cada passo, em cada esquina, em cada lance, com olhos cheios de aflição... Não que eu não ria, rio e muito dos homens e suas fraquezas, suas desilusões contadas uma à uma... Leia-me e se conforma, sou a poesia...
sexta-feira, 5 de junho de 2026
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